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5 sismos na Madeira nos últimos 30 dias.

Nenhum foi sentido pela população. O maior teve magnitude 3,4, a 5/10, MADEIRA ISLANDS, PORTUGAL REGION.

Atividade dentro do habitual: 1 sismos de magnitude 3,2 ou mais, para cerca de 0,6 esperados.

Comparação com a média dos últimos dez anos para um período igual.

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Contam-se os sismos de magnitude 3,2 ou mais (a magnitude de completude dos últimos 10 anos) e compara-se com a média dos 10 anos anteriores para um período igual.

Se a atividade fosse a habitual, a probabilidade de observar pelo menos 1 sismos seria de 43,06% (distribuição de Poisson).

O histórico mais antigo vem de catálogos menos completos do que o atual, o que tende a exagerar a diferença. E mais atividade do que o habitual não permite prever um sismo maior.

Ainda há poucos sismos para estimar a lei de Gutenberg-Richter neste período.

É preciso pelo menos meia centena de sismos acima da magnitude de completude. Escolha um período mais longo.

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A magnitude de completude (Mc) é a menor magnitude acima da qual o catálogo regista praticamente todos os sismos; estima-se pela curvatura máxima da distribuição, mais 0,2.

O valor b calcula-se por máxima verosimilhança (Aki-Utsu) com os sismos acima de Mc, e a incerteza pelo método de Shi e Bolt.

Um só sismo, o de magnitude 3,4 a 5/10, libertou 79% de toda a energia nos últimos 30 dias.

No total, cerca de 2 toneladas de TNT. A energia cresce cerca de 32 vezes por cada ponto de magnitude, por isso os sismos pequenos quase não contam.

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A energia de cada sismo estima-se a partir da magnitude com a relação de Gutenberg-Richter, log₁₀E = 1,5·M + 4,8 (E em joules). Uma tonelada de TNT são 4,184 GJ.

A curva soma a energia libertada por todos os sismos, por ordem de ocorrência.

Metade dos sismos ocorreu a menos de 30 km da superfície.

0% ocorreram nos primeiros 10 km da litosfera. Os sismos superficiais sentem-se mais perto do epicentro, mesmo com magnitude baixa.

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Profundidade do hipocentro, o ponto onde a rotura começa, medida a partir da superfície.

Quando uma rede não consegue calcular a profundidade, fixa-a num valor (em geral 0 km). Esses sismos contam como profundidade não determinada e ficam fora do gráfico e da mediana.

A que horas ocorrem os sismos.

Contagem por hora local. A linha tracejada mostra quantos haveria em cada hora se se distribuíssem ao acaso ao longo do dia.

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Contagem por hora local do epicentro (hora da Madeira).

As explosões em pedreiras, feitas em horário de trabalho, podem aparecer no catálogo como sismos.

Várias instituições registam os mesmos sismos.

O IPMA foi a fonte mais rápida: em mediana, cada sismo chegou ao sismos.pt 123 minutos depois de ocorrer.

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Um sismo reportado por várias fontes (até 10 segundos e 30 km de diferença) é o mesmo sismo. Compara-se a magnitude que cada uma lhe deu.

A rapidez mede o tempo entre a hora de origem e o momento em que o sismos.pt viu o sismo pela primeira vez nessa fonte; contam só os vistos em tempo real.

tempo até chegar ao sismos.pt
fontesismosmediana90% em menos de
IPMA1123 min123 min

Calculado a partir do catálogo do sismos.pt em 2/11/2026. Ligação para esta vista.